A Insensatez da vida moderna, pessimismo e desestimulo em cada palavra escrita, falada ou cantada. Solidão e abandono em meio á multidão, enquanto ainda puder irei escrever sobre as desgraças do mundo a minha volta e minha própria busca pela autodestruição.
Já conheci o ódio, a dor, a inveja, sejam simultaneamente ou em tempo diferentes. O mundo é totalmente sem propósito assim como a existência do próprio ser humano. Sempre que estou respirando penso no sentido da vida, será que a luta vale a pena? Mas às vezes penso que a solução seja parar de respirar... Melhor deixar isso para os suicidas com seus laços de seda, melhor deixar isso para os flagelados da intelectualidade, saiam de mim... pensamentos sombrios.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Brisas Noturnas
Brisas noturnas, que chamam a solidão para mim, o horário da melancolia. Presença inexistente de companhia descontente, a lua alva ri de mim, reflito sem sair do lugar e chego a uma conclusão... De que não há conclusão nenhuma, pois sobre a cortina negra do sonhar ainda há esperança, esperança negativa... Isso sim.
Ah brisas noturnas, por que vocês varrem a minha felicidade? Ardo em pensamentos faiscantes de uma fogueira que nunca deveria ter sido feita. Ahh tormento noturno... Varre o coração com ódio.
Penso em dormir...
Deito e escrevo
Ah brisas noturnas, por que vocês varrem a minha felicidade? Ardo em pensamentos faiscantes de uma fogueira que nunca deveria ter sido feita. Ahh tormento noturno... Varre o coração com ódio.
Penso em dormir...
Deito e escrevo
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
A Inspiração vem nos momentos menos apropriados, aqueles momentos em que você não quer pensar em nada, só quer relaxa... A mente acaba voando alto demais, fervilhando de idéias fantásticas... Mas cadê o papel, caneta, caderno, caderneta, quem sabe um reles bloco de notas... Esta tudo longe... A felicidade do seu brilhantismo criativo é logo substituída pelo ódio... Ahhh relaxa, pega uma bala e fica de boa.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Vampiros
Nossos olhos vermelhos brilham na escuridão, olhando o calor dos corpos suculentos, banhados de vivacidade... Nossas vozes gelam as almas como o uivo de mil lobos... Longos cabelos ao vento, farejando o cheiro doce do ar; somos bêbados por sangue.
Somos a beleza rejeitada, o romantismo do passado, a elegância já perdida, boêmios de vida eterna... Filhos da noite...
Eis o que somos... seu Melhor pesadelo...
Somos a beleza rejeitada, o romantismo do passado, a elegância já perdida, boêmios de vida eterna... Filhos da noite...
Eis o que somos... seu Melhor pesadelo...
domingo, 27 de setembro de 2009
Festas...
Festas, violinos com notas saltitantes e saias esvoaçantes... Peço um copo, depois outro e mais outro... Pronto, agora estou bem, sem querer saber de mais nada... E que venham as odaliscas da sociedade, e também a musica podre dos bardos de botecos...
Ahh como eu estou bem agora....
Ahh como eu estou bem agora....
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Vultos do sonhar
Uma espécie de terma, vapor de água flutuando suavemente no ar, enevoando a vista, mas não plenamente, não a ponto de impedir a vista das paredes opostas. Uma luz forte, quase angelical ilumina os azulejos de cor verde escura. Sua fonte é desconhecida, deve vir de alguma abertura no teto alto, sombrio.
Depois de me prender tantos aos detalhes que me rodeiam percebo uma presença sedutora, sorrateira por perto. Os olhos percorrem agilmente o local, e não demoram muito para se depararem com uma figura feminina, no outro extremo da terma. Seu rosto, apesar de confuso em meio á névoa aparenta ser possuidor de grande beleza, com cabelos molhados que não passam do ombro, de uma cor escura, quase preta. Um vestido de seda azul, levemente esverdeado cobre seu corpo úmido e pálido, num tom realmente fantasmagórico.
A musa da terma fica dando voltas até achar um lugar para se sentar. O vestido esvoaçante, mas não muito, devida á umidade que pesa sobre a seda suave. Ela senta num banco recoberto com azulejos, trazendo o pé descalço para perto do busto e assim começa a massagear a perna cansada, na esperança de relaxa os músculos de existência duvidosa.
Acordo suavemente, porém um pouco incomodado... Já é a quarta noite seguida que eu tenho esse sonho... Recosto a cabeça, fecho os olhos e finalmente durmo... Durmo em branco, mais uma vez
Depois de me prender tantos aos detalhes que me rodeiam percebo uma presença sedutora, sorrateira por perto. Os olhos percorrem agilmente o local, e não demoram muito para se depararem com uma figura feminina, no outro extremo da terma. Seu rosto, apesar de confuso em meio á névoa aparenta ser possuidor de grande beleza, com cabelos molhados que não passam do ombro, de uma cor escura, quase preta. Um vestido de seda azul, levemente esverdeado cobre seu corpo úmido e pálido, num tom realmente fantasmagórico.
A musa da terma fica dando voltas até achar um lugar para se sentar. O vestido esvoaçante, mas não muito, devida á umidade que pesa sobre a seda suave. Ela senta num banco recoberto com azulejos, trazendo o pé descalço para perto do busto e assim começa a massagear a perna cansada, na esperança de relaxa os músculos de existência duvidosa.
Acordo suavemente, porém um pouco incomodado... Já é a quarta noite seguida que eu tenho esse sonho... Recosto a cabeça, fecho os olhos e finalmente durmo... Durmo em branco, mais uma vez
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Prelúdios & Noturnos
As horas vão... o sono não vem... e meu pensamento viaja sem ir muito longe, o apito no ouvido e o TICTAC ritmado não me deixam pegar no sono... a mente só vê rostos de pálidos anjos na frente de bucólicas árvores... ou seriam prédios.
Quem sabe não seja a visão da morte, sentada no seu trono gélido, esperando mais uma alma quente...
Aiai... em algumas ocasiões o silêncio é tudo que eu desejo... em outras o esquecimento...
Quem sabe não seja a visão da morte, sentada no seu trono gélido, esperando mais uma alma quente...
Aiai... em algumas ocasiões o silêncio é tudo que eu desejo... em outras o esquecimento...
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